NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

segunda-feira, 28 de março de 2011

Cont. HISTÓRIA DE VIDA DE REGINA WENDT

Regina no Rio Taquari, Rs


Continuação:

No verão o nosso divertimento era quando nossos pais nos levavam para tomar banho no rio Taquari, pois este rio está presente em minha vida, mesmo hoje poluído e não aparecendo suas belezas

naturais, vejo que contribuiu para o progresso desta região. Hoje não se pode mais tomar estes banhos devido a construção da barragem onde desapareceram as suas belezas e o faz transbordar nos dias de muitas chuvas inundando a cidade e arredores.

Minha irmã Asta Kramer Berté, muito prestativa e carinhosa conta que cuidava muito de mim quando nasci ela adorou que veio mais uma menina, e ela quem escolheu o meu nome, não cabe neste memorial a imensa afetividade e respeito que temos uma pela outra, não que meus outros irmãos seja diferente. Asta fala que nossa educação era severa, em primeiro lugar o respeito, não podíamos responder, gritar, brigar ainda mais sendo meninas, ter um bom comportamento frente aos outros. Como éramos as mais novas as roupas eram as mesmas, dormíamos juntas na mesma cama para se aquecer e mesmo pelo espaço. Quando ela fez a primeira comunhão, eu fui o seu anjinho, mas a foto não existe ou se extraviou. Ela conta que os nossos brinquedos eram de sucata e no final de semana podíamos brincar no potreiro e andar à cavalo.Ela compara a nossa educação e a nossa vida com a de nossos filhos antes tínhamos pouco e se dava valor a tudo e hoje tudo não se contenta aos filhos , porque eles tem muitas oportunidades uma educação de qualidade, transporte na porta de casa e tecnologias bem avançadas.

No ano de 1967 juntamente com minha amiga Ieda, iniciaram minhas atividades escolares no GRUPO ESCOLAR DE MOINHOS uma pequena escolinha, já estadual que poucas memórias tenho. A diretora Wanda Bergmann era muito linda e autoritária pois tinha o respeito de nossos pais.Os alunos estudavam todos em uma sala grande separados pela idade. As classes eram de madeira onde se sentava em dois e

Colocavam-se os materiais abaixo.

Tive muita dificuldade para aprender, pois falava pouco o português e o método de aprendizagem era muito diferente e para mim muito difícil. Na primeira semana a professora nos mandou escrever o nosso nome sem explicar as letras, como eu não sabia escrever copiei o nome do meu colega ao lado, no meu caderno, Carlos Alberto, quando a professora viu fez um esparro me humilhou frente aos meus colegas que nunca mais me esquecerei e nunca farei isso com meus alunos. Meu colega do lado não queria mais sentar na mesma classe comigo. O instigante desta história que depois de vinte anos eu encontrei Carlos Alberto e narrei este fato, (que na sua memória já tinha se apagado) ele reviveu e quis saber mais deste tempo.

http://reginawendt.pbworks.com

Cont. HISTÓRIA DE VIDA DE REGINA WENDT

Uma Ema, pássaro grande que não voa.


Continuação:

A professora nos ensinou as vogais num método tradicional onde o E era de Ema, onde nós jamais vimos uma ema.

Na quarta série era legal a professora Maria Helena Mazzoni fazia muitos trabalhos manuais, para o dia dos pais fizemos um presente: um osso pintado que serviria de porta canetas e para o dia das mães decoramos um pires com tecido e verniz, o meu ficou muito lindo. Também fazíamos piquenique no interior e íamos á pé até o local onde se brincava o dia inteiro nos campos de roseta e pés de pitangas. Levava-se lanche de casa e eu trocava com minha colega Ieda.

Ieda conta que nós éramos muito ligadas ao estudo, pois fazíamos as tarefas (tema ) juntas onde na entrevista ela relata que no terceiro ano nós ensaiamos umas músicas para uma apresentação aos pais e depois tinha comes e bebes. Um dia nós duas brigamos por causa de um lápis e a mãe dela veio conversar com minha mãe sobre o assunto. Eu apanhei, passados alguns dias tudo foi esquecido.

Ela relata como eram gostosas as merendas (sinto o aroma e o gosto do leite e a sopa que dona Ivone fazia) e como brincávamos no recreio, pois não existia nada no pátio nem uma árvore, nenhum brinquedo, mas tínhamos que usar um guardanapo branco com uma gravata azul. Cantar o hino todos os dias na entrada. Ela conta que no quarto ano eu dominava os dois idiomas, e ainda era bem gordinha. Ela teve muita pena de mim quando um colega me empurrou contra a cerca que havia na escola (de arame farpado e bem enferrujado e que ainda existe) onde me machuquei e ainda tenho uma cicatriz e que na ocasião a professora não fez nada e ao chegar em casa, em sangue meu pai foi para Estrela onde era a delegacia de ensino ,indignado com este arame onde outras crianças poderiam se machucar, mas nada foi feito.

A água da escola era de uma sisterna pois ainda não havia saneamento neste bairro, somente em 1970 a Corsan começou a abastecer o fornecimento e isso era muito chique porque todos tinham o seu próprio poço. Sinto muito que os moradores se desfizeram da água natural destruindo os poços que investiram para esta construção e hoje não mais existem.

Em 1973 ingressei na Escola Cenecista onde tudo era diferente, muito maior, mais crianças e um ensino bem diversificado e preparatório. Lembro de poucos professores e colegas , sei que os desfiles cívicos neta época era de grande valia desfilávamos com o som da banda, nosso uniforme rosa com azul se destacava na comunidade.Quando hoje falei com uma colega deste tempo me comentou que usava o blusão rosa muito tempo depois como sua melhor vestimenta.

Curioso relatar que nas aulas de OSPB aos sábados eram dadas pelo prefeito da cidade, Darci José Corbelini, muito dedicado com os jovens e alunos e por coincidência ou não sua filha Silvana Corbelini hoje é minha professora de psicologia deste curso.

Após quatro anos completei o meu segundo grau a noite num colégio estadual. Não satisfeita com o curso fiz novamente todo o segundo grau em magistério na cidade de Tapera.

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domingo, 27 de março de 2011

AMIZADE

Rogério Gaúcho, tem diversas comunidades
que logo estarei indicando, pois são muito úteis
e interessantes.

sábado, 26 de março de 2011

INCONSTÂNCIA



INCONSTÂNCIA
Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. Pinto a realidade com alguns sonhos, e transformo alguns sonhos em cenas reais.
Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo uma lágrima. Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.
Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais.
Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo.
Nem eu sou o que penso que eu sou.
Nem nós o que a gente pensa que tem.
Prefiro as noites porque me nutrem na insônia, embora os dias me iluminem quando nasce o sol. Trabalho sem salário e não entendo de economizar.
Nem de energia. Esbanjo-me até quando não devo e, vezes sem conta, devo mais do que ganho.
Não acredito em duendes, bruxas, fadas ou feitiços. Não vou à missa. Nem faço simpatias. Mas, rezo pra algum anjo de plantão e mascaro minha fé no deus do otimismo.
Quando é impossível, debocho. Quando é permitido, duvido. Não bebo porque só me aceito sóbria, fumo pra enganar a ansiedade e não aposto em jogo de cartas marcadas.
Penso mais do que falo. E falo muito, nem sempre o que você quer saber. Eu sei. Gosto de cara lavada — exceto por um traço preto no olhar — pés descalços, nutro uma estranha paixão por camisetas velhas e sinto falta de uma tatuagem no lado esquerdo das costas.
Mas há uma mulher em algum lugar em mim que usa caros perfumes, sedas importadas e brilho no olhar, quando se traveste em sedução.
Se você perceber qualquer tipo de constrangimento, não repare, eu não tenho pudores mas, não raro, sofro de timidez. E note bem: não sou agressiva, mas defensiva.
Impaciente onde você vê ousadia.
Falta de coragem onde você pensa que é sensatez.
Mas mesmo assim, sempre pinta um momento qualquer em que eu esqueço todos os conselhos e sigo por caminhos escuros. Estranhos desertos.
E, ignorando todas as regras, todas as armadilhas dessa vida urbana, dessa violência cotidiana, se você me assalta, eu reajo.
Martha Medeiros

COMEÇO DE NAMORO




COMEÇO DE NAMORO

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.

Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.

Às vezes ele é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.

Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.

Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?

O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.

Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.

E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...

Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????

Arnaldo Jabor

http://pensador.uol.com.br/comeco_de_namoro/

FELICIDADE





FELICIDADE

Um dia, os deuses do mundo se reuniram e decidiram criar
um homem e uma mulher. Planejaram criá-los à sua imagem
e semelhança. Então, um deles disse:


-- Esperem! Não vamos simplesmente criá-los, libertá-los e
esquecê-los! Se vamos criá-los à nossa imagem e semelhança,
irão ter um corpo igual ao nosso, força e inteligência
idênticas às nossas! Se vamos criá-los à nossa imagem e
semelhança, logo, eles terão os nossos poderes e os nossos
privilégios de rei! Devemos pensar em algo que os diferencie
de nós, senão estaríamos criando novos deuses! Devemos
tirar-lhes algo, mas o que poderíamos tirar?


Depois de muito pensarem, chegaram a conclusão que deveriam
tirar-lhes a FELICIDADE. Entretanto, o problema era onde
escondê-la para que nunca a encontrassem.


Outro deus ainda argumentou:


-- Os homens que perdem o segredo da FELICIDADE ora se
isolam cabisbaixos, ora se desesperam, ora se encolerizam
Trata-se, portanto, de uma situação extremamente
melindrosa; merece, pois, toda a nossa atenção. Ou seja,
a desintegração de nosso núcleo de poder liberaria o
caos, logo forneceria elementos decisivos para uma futura
rebelião de deuses! É uma situação muito delicada; merece,
pois, toda a nossa atenção e cuidado!


Então os deuses começaram a discutir


-- Vamos esconder a FELICIDADE na montanha mais alta da
Terra, pois ali eles terão dificuldades de encontrá-la! Não
te recordas que demos força a eles? Se mantivéssemos a
FELICIDADE em tal local, logo eles poderiam encontrá-la! Ou
seja, alguém conseguiria subir até o topo desta montanha
e poderia saber o lugar em que ela está!

-- Então vamos ocultá-la no fundo do mar, pois o caminho
é turvo, difícil e perigosíssimo! Também não seria
um bom lugar, pois lhes demos inteligência e alguém
certamente criaria alguma máquina que os faria submergir
e encontrá-la.


-- Quem sabe, possamos escondê-la em um planeta de uma
galáxia longínqua! Também não seria eficaz, pois lhes
demos a curiosidade e a ambição; portanto, irão querer
ultrapassar limites e logo criarão algo para voar pelo
espaço e certamente a encontrarão.


Depois de muito discutirem e não chegarem a nenhuma
conclusão, o único deus que não havia falado, pediu a
palavra e lhes disse:


-- Creio que sei onde poderíamos colocar a FELICIDADE,
ou seja, em um lugar que eles nunca descobrirão!


Um deus que era muito gozador argumentou:


-- Meu amigo ora desvia da discussão em pauta, ora navega
pelas nuvens; portanto, está tomando a nuvem por Juno e
confundindo a aparência com a realidade; devemos, portanto,
auxiliá-lo e confortá-lo.


Todos ficaram espantados e perguntaram ao deus que não
havia falado:


-- Então nos diga, aonde??


E ele lhes respondeu:


-- Colocaremos a FELICIDADE dentro deles, pois
estarão tão preocupados buscando-a afora, que nunca a
descobrirão. Caríssimos, os homens sempre estão no caos
Sempre discordam de tudo, sejam as discordâncias ligeiras,
sejam de peso. Estejamos, pois, atentos!


Todos ficaram de acordo, e desde então tem sido assim. O
homem passa a vida toda buscando a FELICIDADE sem saber
que a traz consigo.

Enviado por minha amiga Ires Lunkes.

http://pt.shvoong.com/humanities/1700087-encontre-felicidade/, encontrei um

resumo do texto..

FELICIDADE - VÍDEO