Antiga Praça Pinheiro Machado, ao fundo a Catedral Angelopolitana
Antigo prédio do fórum de Santo Ângelo-RS
Antiga Estação Ferroviária - foto de Alcindo CostaHistória do Município - Santo Ângelo - RS
É conhecida como a "Capital das Missões". Seu dia 22 de março.
Dois ciclos marcaram essa época lendária no noroeste do Rio Grande do Sul.
O primeiro deles vai de 1626 a 1637, mas as onze reduções fundadaas pelo padre Roque Gonzáles, um dos três mártires deste período, ao lado de João de Castilos e Afonso Rodrigues, não chegaram a se consolidar, devido aos ataques dos bandeirantes paulistas.
O segundo ciclo correspondente ao período dos chamados "sete povos" (no total, eram trinta, mas os outros estão agora na Argentina e no Paraguai) da República Guarani, o último dos quais foi Santo Ângelo, fundado em 1676.
Embora esse notável projeto comunitário chegasse a alcançar um desenvolvimento espantoso, com fundição de ferro, exportações para a Europa, eleições diretas e uma arte refinada, foi liquidado numa ação conjunta de Portugal e Espanha, temerosos com os rumos que as coisas iam tomando.
O nome da cidade de Santo Ângelo, tem origens na Missão Jesuítica de Santo Ângelo Custódio, ou como consta em alguns documentos espanhóis da época, Sant"Angel da La Guardia e ainda Sant"Angel Custódio.
Segundo os dogmas e a tradição da Igreja Católica (herdados do Judaísmo), existe na corte celestial uma infinidade de espíritos puros divididos em várias hierarquias, entre eles os anjos guardiões, que tem como missão a proteção espiritual das crianças que recebem o batismo, bem como a de povos inteiros.
A redução de Santo Ângelo, foi consagrada ao Anjo Custódio das Missões (aquele que tem a custódia, a guarda) o protetor de todos os povos missioneiros. A estatutária deste povo era representada em sua maioria com asas, uma alusão ao protetor, presente em todas as imagens.
Seu fundados foi o padre jesuíta Diogo Haze (1647-1725), que cumpriu a especial missão de organizar os primeiros passos daquele que foi o último dos "Sete Povos da Banda Oriental do Rio Uruguai", a ser fundado.
Santo Ângelo Custódio tornou-se um dos povos mais ricos de toda a região missioneira.
No ano de 1966, numa pesquisa feita pelo C.F. Sentinela do Rio Grande, através de um de seus peões, em conversa com o companheiro, o Sr. Sydinei Vaz, disse que seu progenitor, Sr. Mário Vaz, tinha em sua carteirinha muito antiga, a letra do hino da Santo Ângelo, mas não tinha música bem como o nome do autor.
Dois ciclos marcaram essa época lendária no noroeste do Rio Grande do Sul.
O primeiro deles vai de 1626 a 1637, mas as onze reduções fundadaas pelo padre Roque Gonzáles, um dos três mártires deste período, ao lado de João de Castilos e Afonso Rodrigues, não chegaram a se consolidar, devido aos ataques dos bandeirantes paulistas.
O segundo ciclo correspondente ao período dos chamados "sete povos" (no total, eram trinta, mas os outros estão agora na Argentina e no Paraguai) da República Guarani, o último dos quais foi Santo Ângelo, fundado em 1676.
Embora esse notável projeto comunitário chegasse a alcançar um desenvolvimento espantoso, com fundição de ferro, exportações para a Europa, eleições diretas e uma arte refinada, foi liquidado numa ação conjunta de Portugal e Espanha, temerosos com os rumos que as coisas iam tomando.
O nome da cidade de Santo Ângelo, tem origens na Missão Jesuítica de Santo Ângelo Custódio, ou como consta em alguns documentos espanhóis da época, Sant"Angel da La Guardia e ainda Sant"Angel Custódio.
Segundo os dogmas e a tradição da Igreja Católica (herdados do Judaísmo), existe na corte celestial uma infinidade de espíritos puros divididos em várias hierarquias, entre eles os anjos guardiões, que tem como missão a proteção espiritual das crianças que recebem o batismo, bem como a de povos inteiros.
A redução de Santo Ângelo, foi consagrada ao Anjo Custódio das Missões (aquele que tem a custódia, a guarda) o protetor de todos os povos missioneiros. A estatutária deste povo era representada em sua maioria com asas, uma alusão ao protetor, presente em todas as imagens.
Seu fundados foi o padre jesuíta Diogo Haze (1647-1725), que cumpriu a especial missão de organizar os primeiros passos daquele que foi o último dos "Sete Povos da Banda Oriental do Rio Uruguai", a ser fundado.
Santo Ângelo Custódio tornou-se um dos povos mais ricos de toda a região missioneira.
No ano de 1966, numa pesquisa feita pelo C.F. Sentinela do Rio Grande, através de um de seus peões, em conversa com o companheiro, o Sr. Sydinei Vaz, disse que seu progenitor, Sr. Mário Vaz, tinha em sua carteirinha muito antiga, a letra do hino da Santo Ângelo, mas não tinha música bem como o nome do autor.
HINO
Salve históricos campos eternos
De Santo Ângelo o nobre perfil
Se destacam em contornos modernos
Neste verde rincão senhoril.
ESTRIBILHO:
Deus por guia, o progresso por meta
nossa fibra que temos no agir
A cidade na Pátria projeta
Rumo a glória do grande porvir.
Ela vem das missões e se escutam
Essas cargas que a história bendiz
E Sepé numa bárbara luta
Manter viva sua raça ele quis.
Tem a afã perenal das colméias
Traz a marca do músculo audaz
A riqueza e a fartura nas veias
Lhe perpassam banhados de paz.
Range a máquina e tine o malho
Rumoreja o comércio febril
Brilha a enxada e se escuta o trabalho
Num coral de quem ergue o Brasil.
O seu povo com frêmito e zelo
Forja as almas no bronze da fé
Com o pão do ideal vinde vê-lo,
Que haveis sempre achá-lo em pé.
Salve históricos campos eternos
De Santo Ângelo o nobre perfil
Se destacam em contornos modernos
Neste verde rincão senhoril.
ESTRIBILHO:
Deus por guia, o progresso por meta
nossa fibra que temos no agir
A cidade na Pátria projeta
Rumo a glória do grande porvir.
Ela vem das missões e se escutam
Essas cargas que a história bendiz
E Sepé numa bárbara luta
Manter viva sua raça ele quis.
Tem a afã perenal das colméias
Traz a marca do músculo audaz
A riqueza e a fartura nas veias
Lhe perpassam banhados de paz.
Range a máquina e tine o malho
Rumoreja o comércio febril
Brilha a enxada e se escuta o trabalho
Num coral de quem ergue o Brasil.
O seu povo com frêmito e zelo
Forja as almas no bronze da fé
Com o pão do ideal vinde vê-lo,
Que haveis sempre achá-lo em pé.
EVENTOS:
Fenamilho
A Feira Nacional do Milho nasceu em 1952, quando um grupo de lideranças da região decidiu organizar um evento com o objetivo de divulgar a produção agrícola, industrial e comercial, de diversas localidades, que se revezariam na realização da festa. A 1ª Fenamilho foi organizada em Ijuí em 52, seguida por Santa Rosa no ano seguinte. Santo Ângelo abraçaria o projeto em 1954, através da administração do prefeito Odão Felipe Pippi.
É um evento bianual, com feira exposição de produtos agropecuários, hotrifrutigranjeiros, maquinaria agrícola e produtos industrializados de pequeno, médio e grande porte, além de artesanato. Paralelamente ocorrem simpósios, seminários, shows culturais e feira de animais de raça, além, ainda , de concorrido e movimentado rodeio. A partir da 7ª edição, que ocorreu no ano de 1995, busca a integração com países do Mercosul, passando à Fenamilho Internacional.
Outro evento que se destaca, é o Brique da Praça, todo domingo. Na praça Leonidas Ribas, acontece a exposição e venda de artesanatos, produtos naturais, e o encontro para aquele bate-papo entre os amigos, entre um chimarrão e a alegria.
Site Oficial de Santo Ângelo: www.santoangelo.rs.cnm.org.br
Site Oficial de Santo Ângelo: www.santoangelo.rs.cnm.org.br



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