NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

segunda-feira, 29 de março de 2010

CHORE UM CHORO QUE LAVA, PURIFICA, PERDOA ...





Chore um choro que lava, purifica, perdoa e dispersa o que está atrapalhando


Sinta-se vivo! Vá ao encontro dos seus sentimentos! Permita-se experimentar todas as emoções!
Todos os seus sentimentos são válidos, sabia? Pra que ficar reprimindo, escondendo e impedindo que os sentimentos venham à tona? Vivencie mais os seus sentimentos, deixando-os emergir. Permita-se chorar, sentir, sonhar, sorrir....
Emocione-se com tudo isso o que está acontecendo em sua vida! É natural sentir assim como é natural expressar as sensações e emoções!
Pare de ter receio ou vergonha de expressar seus sentimentos. Ou você é do tipo que ainda não se permite se emocionar por medo de ser dominado pelas emoções e perder o controle?
Respeite mais o seus sentimentos, suas emoções! Quanto mais você se permitir vivenciar os sentimentos, mais rápidos eles desaparecerão. O inverso também é verdadeiro: quanto mais se opõe a eles, mais fortes e arraigados ficarão, sabia? Admita que não há sentimento bom ou ruim: um sentimento é apenas um sentimento! Fomos feitos assim de energia e sentimento! Ainda bem!
Os tais dos sentimentos negativos como a raiva, o medo, a mágoa, a tristeza, a angústia e o desespero não são assim tão nocivos quanto aparentam ser. Aprenda com eles. Talvez essas sensações possam ajudar a desatar seu nós e dissolver seus sofrimentos mantidos em silêncio.
Não perca nenhuma oportunidade de chorar, viu? Mas chore um choro sentido e verdadeiro. Chore o choro que lava, purifica, perdoa e dispersa o que está atrapalhando. Não há perigo algum derramar algumas lágrimas! Isso não vai fazer você ficar menor, tá? Muito pelo contrário!
Respire o que vier e libere suas emoções permitindo que isso também possa desbloquear o seu coração, a sua vida!
Bom Dia! Bom Divertimento! Fique com Deus!
"Você sempre será exatamente aquilo que fizer de você mesmo, por você mesmo"

Colaboração de Luis Carlos Mazzini
Do SITE: www.sabedoriadosmestres.com
 

domingo, 28 de março de 2010

POEMA DE ATAÍDE LEMOS

DOMINGO DE RAMOS - DIA 28 DE MARÇO DE 2010

LINDA LUCIANA, DE SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BO

LUCIANA SOBRINHA DE CLAUDIA ECHALAR
MINHA NORA.

quarta-feira, 17 de março de 2010

MARAVILHOSA QUARTA-FEIRA

LUTAR E VIVER de CELSO A. DEMBINSKI








Lutar e Viver


Neste Mundo tão desigual
sou apenas mais um
entre os tantos demais
tenho deveres e direitos
que não sei qual o primeiro
devo seguir por instinto
dentro daquilo que aprendi
caminhando o mesmo trajeto
que todos tem que passar
seguindo por caminhos incertos
que nos tentam nossa moral
por isto que sigo meu rumo
neste Mundo tão belo
como também, muito cruel
sou forte e não desisto
vou lutar por meus ideais
buscando sempre a minha Paz.

Celso Ant. Dembiski

visualizar o perfil de Celso: http://www.orkut.com.br/Profile?uid=4656044153866300492&mt=2

quinta-feira, 11 de março de 2010

MULHERÃO



     

MULHERÃO


Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa pra fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão. Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa, TPM, menstruação. Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios. Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.
LUMAS, BRUNAS, CARLAS, LUANAS E SHEILAS: Mulheres nota dez no quisito lindas de morrer, mas MULHERÃO É QUEM MATA UM LEÃO POR DIA.
(Martha Medeiros)

Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana. Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento. Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista. Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos para a natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz. Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Peça para um homem descrever um mulherão. Ele imediatamente vai falar do tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80m, siliconada, sorriso Colgate. Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas: Vera Fischer, Leticia Spiller, Malu Mader, Adriane Galisteu, Lumas e Brunas. Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma a cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus por dia para ir ao trabalho e mais dois para voltar,e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome. Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para buscar uma pensão de minguados Reais.

(Extraído do Orkut de Eliane Quadros)

quarta-feira, 10 de março de 2010

UMA MÃE VITORIOSA

                                         

                    
                                          Gina nos tempos em que estava bem
UMA MÃE VITORIOSA

Peço aos meus amigos que deem uma olhada neste Blog,
pois é um exemplo de vida que merece ser visto.
http://umamaevitoriosa.blogspot.com/
O Blog foi feito por minha querida sobrinha Juliana Rocha.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

VOAR.....


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

MINHA PROTETORA, OLHA POR MIM E DAI´ME FORÇAS!!!





NOSSA SENHORA DE SCHOENSTATT E OS SANTUÁRIOS

NOSSA SENHORA DE SCHOENSTATT


A palavra alemã ‘Schoenstatt’ significa ‘belo lugar’ e é o nome de um bairro de uma pequena cidade alemã, Vallendar, às margens do Rio Reno.Conta-se que em 1143, o então bispo de Treves, Dom Alberto, doou o terreno a uma comunidade de Irmãs Beneditinas, dando-lhe o nome ‘Schoenstatt’, impressionado pela beleza do lugar. As Irmãs construíram ali o seu convento e um basílica, consagrando-os à Nossa Senhora.Destas construções resta somente uma das torres do antigo convento. A história do lugar registra que ainda por volta de 1224 foi construída uma capelinha junto do cemitério das irmãs, consagrada ao Arcanjo São Miguel (como era costume na Alemanha).
O pequeno templo foi destruído em inúmeras guerras que envolveram a Europa, mas sempre de novo reconstruído. No início de uma outra guerra – a primeira guerra mundial – a capelinha, então abandonada, tornou-se sede de uma congregação mariana de jovens seminaristas palotinos. Desta congregação se originou o Movimento Apostólico de Schoenstatt, hoje presente em todos os continentes. A pequena capelinha tornou-se o centro espiritual deste movimento como santuário da Mãe de Deus, venerada com o título de Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

O primeiro santuário, centro de toda a obra internacional, é chamado de ‘santuário original’, ao qual são ligados todos os ‘santuário filiais’ construídos no vasto mundo.


Como surgiram os Santuários Filiais

O primeiro Santuário filial foi inaugurado em 18 de outubro de 1943, por Dom Alfredo Viola, Bispo de Salto, em Nova Helvécia, Uruguai.
Os Santuários filiais surgiram por iniciativa das Irmãs de Maria alemãs, missionárias que foram enviadas aos sul-americanos.
"As Irmãs do Uruguai haviam-se dado conta de como era difícil vincular o povo a um Santuário distante e, além disso, em território alemão, num tempo de guerra e de sujeição ao nazismo. Tiveram a iniciativa de construir uma réplica do Santuário Original, que foi inaugurado a 18 de outubro de 1943, em Nova Helvécia. Nestas alturas o Fundador, Pe. Kentenich estava em Dachau, por isso, não fora possível pedir-lhe, antes, expressamente, o seu consentimento. Ao tomar conhecimento do fato, Pe. Kentenich viu um aceno divino e assumiu a idéia de se construir em toda a parte onde Schoenstatt florescia, um Santuário Filial.
No Brasil, essa idéia já vinha sendo acalentada desde 1935, pelo Pe. Máximo Trevisan (Palotino de Santa Maria), que nesse ano, escreveu ao seu irmão, Padre Celestino: "Que bom seria se, em nosso Seminário em Vale Vêneto, também houvesse uma Capelinha como esta em Schoenstatt!"
Entre eles surgiu a idéia de fazer surgir no Brasil, um novo Schoenstatt, de trazer as Irmãs de Maria e construir um Santuário, uma Casa de Retiros e o movimento de Adoração, para fecundar os retiros.
Mas, somente em 1947, quando o Pe. Kentenich visita pela primeira vez o Brasil, em Santa Maria, ele próprio escolhe o lugar para a construção do primeiro Santuário de Schoenstatt em terras brasileiras, junto à Casa Provincial das Irmãs de Maria em Santa Maria. Ele próprio abençoa a pedra fundamental, no dia 7 de setembro de 1947. E está presente também na inauguração solene, realizada durante o Congresso Eucarístico Nacional em Santa Maria, com a presença de muitos Bispos e sacerdotes, no dia 11 de abril de 1948.
Hoje Schoenstatt não é somente ‘um’ lugar de graças, às margens do Rio Reno, na Alemanha. Em torno de cada santuário filial também é Schoenstatt – um ‘belo lugar’ – onde muitos podem experimentar a presença de Deus. Schoenstatt é uma ‘rede de santuários’, e quer ser uma ponte entre terra e céu, até que todo o mundo possa tornar-se ‘um belo lugar’.
matéria enviada por email por IRES ALICE LUNKES

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

NOS MEUS SONHOS








NOS MEUS SONHOS


No mundo imvisível
Que entro quando adormeço
Eu vou e venho com liberdade
Posso caminhar, Nadar, Voar
Me sinto dono de meus sentimentos
Caminho sem destino
Não há chegadas
Nem partidas
Mas tenho a certeza
Que ali você está
Porque habita no intimo
Dos meus sonhos
Que são os mais belos
Sonhados por Alguém
Que te ama além da vida
E mesmo que o destino queira
Jamais irá nos separar
Pois além do amor mútuo que
Existe entre nós
Tem respeito sobrenatural
E sem igual
Como num conto de fadas
Até mesmo dormindo
Consegues sentir a liberdade
Que a mim envolve
E assim se faz
Minha companheira
Amiga, heroína
Com seu poder de Deusa
Me conduz por lugares
Que jamais vi
E só quem ama pode ver
Por isso te peço
Jamais saia de meus sonhos
Porque sempre quero estar nos seus.

Luizir Reichert
Comunidade do Orkut: Las alas del Halcón

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA - VALE A PENA COMEMORAR???


                                    monumento em homenagem ao descobrimento
                                     da América, por Cristóvão Colombo

DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA POR CRISTÓVÃO COLOMBO
Comemorar os descobrimentos nem sempre é fácil para as populações latino-americanas. Este gesto carrega muita ambigüidade, pois equivale a comemorar a destruição de parte dos povos e culturas indígenas. Contudo, não devemos esquecer que muitos países da América mantém, ainda, sua ancestralidade cultural e étnica, constituindo a maioria das populações de muitos países latino-americanos.

Todos nós, descendentes de astecas, maias, incas, tupi-guaranis, portugueses e espanhóis, estamos de acordo quanto à violência utilizada pelos descobridores e colonizadores contra os indígenas para integrar este "novo" continente na cultura européia.
Mas, ao mesmo tempo que nos afastamos da idéia de destruição, desejamos ancestralmente falar e relembrar de nossa maternidade indígena. De início, guardamos uma sensação profunda, e aparentemente inexplicável, de que as estruturas familiares indígenas, na América, envolviam maior proximidade e cuidados entre adultos e crianças. Uma percepção que nos levou, e nos leva, a conceber o mundo arcaico, atrasado, com um certo sabor nostálgico, fazendo-se acompanhar, por uma recusa, porventura inconsciente, das sociedades modernas.
Assim é que guardamos, também, um certo gosto em preservar antigos hábitos de vida, incompatíveis com uma sociedade que deveria estar aparentemente ansiosa por romper suas tradições coloniais. As independências não significaram transformações na estrutura das sociedades latino-americanas. Soluções ancestrais, patriarcais, parecem nos vincular, indefinidamente, a um mundo emperrado, às vezes em tradições indígenas, às vezes em tradições cristãs, das quais não queremos nos afastar. Por isso, tendemos a parecer, e não, ser, modernos.
O que significa para o latino-americano, fruto de uma história tão paradoxal, o gesto da comemoração de uma data histórica em que se fundem tantas ambigüidades? O que representa, para nós, rememorar os descobrimentos ao lado dos europeus? Devemos sentar à mesma mesa para comemorar este difícil encontro intercultural ?
A data da comemoração é um símbolo pelo qual um grupo social rememora acontecimentos selecionados e conservados através de uma narrativa histórica. Toda a narrativa construída para comemorar uma vitória estará vinculada à narração de uma derrota. Ambas, vitória ou derrota, são temas que, igualmente, precisam ser refletidos. E, para tanto, o melhor caminho é revolver o baú da memória, ainda que isso importe em uma certa dose de sofrimento.
Localizado no tempo e no espaço, o acontecimento escolhido ganha sentido à medida que é inserido numa grande cadeia explicativa da nossa ancestralidade. Assim, alguns fatos considerados importantes por uma comunidade passam a fazer parte de suas tradições. À medida que a narrativa histórica se consolida, cria-se uma sensação ilusória de que uma força emana do passado, carregando um sentido para o devir histórico. Todos os acontecimentos selecionados parecem conduzir o leitor para uma rua de mão única. Mas, ao mesmo tempo, a repetição de uma história pode nos levar a um processo de desarticulação e rearticulação de alguns marcos do relato, institucionalizado pela historiografia, abrindo novos caminhos para a nossa reflexão. Neste sentido, a repetição possui também um caráter revelador, deixando margem para o surgimento de um olhar crítico. Ou seja, a comemoração permite aos eventos fixados pela memória assumirem significados liberadores.
Quando comemoramos, quando refazemos velhas narrativas, surge a possibilidade de transcendê-las. Nós estamos, ao descortinar dos anos 90, diante de centenas de alterações feitas na narrativa original elaborada na época dos descobrimentos. Nesse sentido, os festejos anunciam sempre a possibilidade de uma revelação pela qual os eventos escolhidos podem ganhar significados novos.
Inicialmente, a temática dos descobrimentos nos remetem a duas ordens de significações. A primeira responde ao imaginário europeu do século XV, para o qual a América, habitada por povos bárbaros, deveria transformar-se em um "Novo Mundo". Nela, os descobridores e colonizadores deveriam implantar todos os padrões básicos da cultura européia, soterrando a barbárie. As cidades construídas, segundo as determinações dos europeus, representariam a implantação dos padrões básicos da cultura européia. Seriam a expressão primeira de um Novo Mundo criado à imagem e semelhança do velho. Assim, a América refeita, segundo os moldes europeus, tornar-se-ia parte substancial na montagem de uma economia mundial, centralizada em Portugal e na Espanha.
A segunda permite comemorar os descobrimentos, retomando alguns fragmentos das culturas pré-colombianas. Estes fragmentos favorecem a produção de utopias centradas em nosso passado indígena. Utopias de sociedades sem classe, de comunidades, onde os latino-americanos poderiam escapar da trágica condição colonial. Comemorar, nesse sentido, significa trazer à memória as tradições indígenas ainda que de formas fragmentárias. Essas vivências (e não sobrevivências), tipicamente latino-americanas, constituíram desafios para o mundo do "sempre-igual" criado pela cultura européia.
Tanto por um caminho como por outro, ao comemorar o quinto centenário, satisfazemos de forma narcísica o nosso ideal de cultura contido nessas duas vertentes. Ou seja, várias histórias, que nos trazem alegria ou tristeza, podem ser relembradas e rememoradas numa mesma data, não precisando sequer constituírem-se como verdadeiras. Os eventos, arrolados em torno da data 1492, indicam apenas a convivência de narrativas, em parte reais e em parte imaginárias (mitos) sobre as populações nativas da América no momento da chegada dos europeus. Estas narrativas, consagradas pela crônica, mantiveram-se, por motivos diversos, na memória de europeus e americanos, através de séculos. A violência contra o indígena e, principalmente, a perda de grande parte das tradições indígenas, faz parte de um espaço difícil de ser trabalhado pela memória. A dificuldade apenas define com mais clareza o espaço que deve ser revolvido, não esquecido.
Devemos festejar porque, ao realizar festejos, ativamos as nossas lembranças para construir conexões que nos permitam pensar criticamente o passado. Repetindo por cinco séculos a história dos descobrimentos, redescobrimos experiências vividas, ancestralmente, como se através destes reencontros sucessivos pudéssemos achar a libertação.
Comemorar, festejar, fertilizar o solo com críticas, ou ainda, parodiar e carnavalizar a comemoração e seus festejos é uma forma de se refletir sobre os descobrimentos para se desvencilhar de modelos arcaicos cristalizados pela nossa civilização. Atentos à repetição podemos despertar, através de um processo de reinterpretação do passado, todo o lado demoníaco da obra colonial, emancipando a história latino-americana de sua antiga contextualização.
Esta será a forma brasileira de festejar a história, ao mesmo tempo que trágica, maravilhosa, produzida neste continente. Afinal, estamos hoje diante de culturas latino-americanas que embora se pareçam, em parte, com as culturas européias, não podem ser compreendidas apenas por meio destas.
Texto retirado do site:
http://www.fflch.usp.br/dh/ceveh/public_html/biblioteca/livros/ab/ab-p-l-capi1.htm


UMA HOMENAGEM AS CRIANÇAS



Homenagem a Você Criança.


Você criança,
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...

Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!

Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!

Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!

Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...

MENSAGEM PARA AS CRIANÇAS

MENSAGEM PARA AS CRIANÇAS

Ser criança é assim... Correr até acabar o fôlego, rolar pelo chão sem medo de se sujar, falar o que vier na cabeça e fazer de qualquer coisa uma brincadeira. Época da vida da qual temos saudades quando envelhecemos. E é exatamente nesta data dedicada a todos esses pequenos seres, que têm a inocência como principal característica, que devemos não só valorizar a vitalidade infantil, como também procurar resgatar a essência da criança.

DIA DAS CRIANÇAS - DIA 12 DE OUTUBRO


HOMENAGEM A NOSSA SENHORA APARECIDA - DIA 12 DE OUTUBRO




NOSSA SENHORA APARECIDA - DIA 12 DE OUTUBRO


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

EXPERIMENTE OUTRA VEZ


EXPERIMENTE OUTRA VEZ


Quando as coisas dão errado,
não pense que todos os seus
esforços têm sido em vão.
Talvez tudo foi para melhor,
por isso sorria...e experimente outra vez.
Pode ser que o seu aparente fracasso
venha a ser a porta mágica que o
conduzirá para uma nova felicidade
que antes você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta,
mas não se considere vencido ....
Não vale a pena gastar o precioso tempo
Em lágrimas e lamentos.
Levante-se e enfrente a vida outra vez..
E se você guardar em mente
o alto objetivo de suas aspirações,
os seus sonhos se realizarão...
Tire proveito dos seus erros,
colha experiência de suas dores.
E, então um dia você dirá:
EU OUSEI EXPERIMENTAR OUTRA VEZ.
(autor desconhecido, se alguém souber por favor
me avise que dou os créditos. Agradecida)

Recebi de minha amiga IRES ALICE LUNKES.
Em 17/set/2009

LENÇO COLORIDO


UM LENÇO COLORIDO

Hoje nasceu mais um dia
e você poderia ter visto
o pássaro rasgando o céu tão azul e lindo
mas você, estava aí, foram-se suas forças
Há por acaso um lenço pra secar essa lágrima?
Talvez ele esteja no baú das lembranças
Remexa-o, pegue apenas os coloridos
Lenços lindos!
Lenços de filhos no jardim da infância,
e correndo pela casa
E da primeira namorada, das artes também
E veja la, seus próprios lenços
Não perderam cores, voce pode pegá-los
Os de hoje, talvez pareçam escuros demais
Porque haverá de se firmar, secar a lágrima
e tecer seu lenço de hoje
Isso é o que lhe pediria sua mãe,
se voce fosse criança frágil,
esperando que ela lhe indicasse
o que fazer MENINA, vá logo pegar as cores,
anda, vá e comece a fazer seu lenço,
abre essa janela e deixe a luz entrar.
Anda , anda ..
To mandando! é assim que mãe faz,
briga com a gente pra nos ver reagir,
pra nos ver construir
Não deixe seu baú faltando cores.....
Nao deixe, porque só você,
sabe fazer um lenço colorido....
tão lindo, tão lindo, tão seu.

Simone Sales ( Pra você minha amiga Elaine)
Em 17/set/2009