NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

NADA COMBINA COM DROGA - NEM A VIDA

quarta-feira, 16 de julho de 2008

QUE SEU DIA SEJA FLORIDO

afajampa-Recados Para Orkut

terça-feira, 15 de julho de 2008

AS PALAVRAS TEM PODER



Palavras são vibrações
ELAS TEM PODER
A linguagem dirige nossos pensamentos para direções especificas e, de alguma forma, ela nos ajuda a criar a nossa realidade, potencializando ou limitando as nossas possibilidades.
1) CUIDADO com a palavra NÃO.
A Frase que contém NÃO, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O NÃO existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo: pense em "NÃO"... Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha... Eu pedi para você NÃO pensar na cor vermelha e você pensou.
Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer.
2) CUIDADO com a palavra MAS, que nega tudo o que vem antes.
Por exemplo: "O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS...".
Substitua o MAS por E, quando indicado.
3) CUIDADO com a palavra TENTAR, que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo: "Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas". Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou "tentar". Evite tentar... FAÇA.
4) CUIDADO as expressões NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão idéia de incapacidade pessoal.
Use NÃO QUERO, NÃO PODIA ou NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai conseguir, que vai poder.

5) CUIDADO com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla a sua vida.
Em vez delas use QUERO, DECIDO, VOU.

6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo, utilizando o verbo no passado. Isto libera o presente.
Por exemplo: "Eu tinha dificuldade em fazer isto..."

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo.
Por exemplo: em vez de dizer "Vou conseguir", diga "Estou conseguindo".

8) Substitua o SE por QUANDO.
Por exemplo: em vez de falar "Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar", fale "Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar".
9) Substitua ESPERO por SEI.
Por exemplo: em vez de falar "Eu espero aprender isso", diga "Eu sei que vou aprender isso". ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.
10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE.
Por exemplo:Ao invés de dizer "Eu gostaria de agradecer à presença de vocês", diga "Eu agradeço a presença de vocês".
O verbo no presente fica mais forte e concreto.
Autor:
Dr.Jairo Mancilha, Ph.D/ neurolinguistica, cardiologista e Psiquiatra.
Do Site:
www.plim.com.br/reflexões/
"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama. Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Autor: Bob Marley



sexta-feira, 11 de julho de 2008

LEI SECA - TOLERÂNCIA ZERO


Do Site:www.humorbabaca.com/fotos/ Do Site: www.londrina2030.wordpress.com
Do Site: www.condepress.wordpress.com/
Do Site: www.jornaldimensao.com.br/
LEI SECA - TOLERÂNCIA ZERO

Isso vai acabar dando muita confusão.

Algumas coisas que talvez você não tinha percebido sobre a nova lei de tolerância zero no álcool. Vejamos por exemplo:

1 - Os bares vão vender menos, pois menos gente irá aos bares. = Vai ter desemprego.

2 - Quem vai comer as mulheres feias ???

3 - Os bares vão aumentar o preço do refrigerante. = chope vai custar 1 real.

4 - Quem tomar mais de quatro refrigerantes, terá de brinde dois chopes.

5 - O cara que comprou o terreno em frente ao bar para explorar estacionamento vai falir. = Novamente, vai ter desemprego.

6 - O que dizer para a patroa todas as segundas-feiras??? = Querida, vou sair com os amigos para uma rodada de Coca-Cola !!!

7 - Futebol já anda sem graça, e agora sem beber, vamos acabar vendo que os caras são pernas-de-pau mesmo = Olhe o desemprego aí outra vez.

8 - Daqui a seis meses, terá tanto processo por ser autuado na bebida que vão congestionar o judiciário.

9 - Com a falta de consumo de cachaça os alambiques vão falir. = E dá-lhe desemprego.

10 - Com que cara vamos pedir uma saideira no bar ??? = Garçom, por favor, aquela Coca para ir embora e a conta.

11 - O baldinho no puteiro vai virar lata de tinta de 18 litros = Como colocar seis latinhas de refri naquele baldinho ???

12 - Vão aumentar os problemas domésticos e a separação de casais = Como certas pessoas agüentarão ficar em casa sóbrios ???

13 - Com o risco de ser multado e perder a carteira, ninguém mais vai andar de carro. = As fábricas vão falir (que puta desemprego).

14 - Por outro lado, com tanta gente desempregada, só vai ter nego bebendo para esquecer as contas. = Baita problema social.

15 - E quem vai faturar com essa lei ??? = O governo !!!

Uma idéia para um empreendimento:

CARRO-BOY = cara bebe todas e chama o Carro-Boy que dirige teu carro e te leva em casa. Uma solução para as barreiras: Andar com um baseado no bolso. Quando o policial te atacar, já desce fumando.Vai receber no mínimo uma advertência por usuário de droga, mas o cara nem vai se ligar em te pedir para soprar o bafômetro.

Vantagens da lei: Podemos chegar em casa às 4 da manhã. É só dizer para a amada, que estávamos esperando passar o efeito etílico para não ser pego em uma barreira.

(*) Entre um 12 anos e outro, direto do alambique em Jaraguá do Sul/SC, Renato John.

Recebi por email do meu amigo: ROQUE MARCOS HENDGES.

ESTUDO RELACIONA DESCRENÇA RELIGIOSA A QI ALTO



Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto
da BBC
Um artigo de pesquisadores europeus defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas. O estudo será publicado na revista acadêmica "Intelligence" em setembro.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem afiliação universitária. Lynn é autor de outras pesquisas polêmicas, entre elas uma sugerindo que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão da nova pesquisa é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos novos. Em um desses, os autores compararam a média de QI com a religiosidade entre países. No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos em um teste alternativo de habilidade intelectual (fator G) com o grau de religiosidade deles.
Na pesquisa entre países, os estudiosos analisaram a média de QI com a de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a porcentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI mais altos.
Exceções
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos. No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, em que a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus.
Os autores argumentam que há algumas exceções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo. Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietnã (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no fato de que "esses países são comunistas e houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa".
Outra exceção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registrada no noroeste e na região central da Europa --onde há altos índices médios de QI e de ateísmo.
Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no fato de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade".
Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Generalização
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa vem sendo demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado.
Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral.
Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes. Segundo ele, há vários fatores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos de diferenciar a situação de hoje com outros períodos da história. As pessoas tendem a adotar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, no Reino Unido e em outros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para que você acredite em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "não-racionais".
Dúvidas
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese.
"A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter certeza disso", afirma. De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos.
"E, quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.

Folha Onlin - BBC Brasil -

A DITADURA DA BELEZA




A DITADURA DA BELEZA
A ditadura da beleza imposta pela mídia foi enfocada em nosso programa de hoje.

Discutimos de que maneira os padrões de beleza são ditados pela mídia, para a mídia e também para a sociedade em geral.

Hoje os jovens estão se rendendo à cirurgia plástica e a tratamentos de estética em vez de cuidarem da saúde física e mental. Em dez anos triplicou o número de adolescentes que se submeteram a cirurgias.

Mostramos também os padrões de beleza que estão vigorando em nossos telejornais. A beleza deve estar acima do conteúdo?


RESUMO DO PROGRAMA
A DITADURA DA BELEZA - LIVRO DE AUGUSTO CURY
O Observatório da Imprensa do dia 23 de novembro discutiu a ditadura da beleza nos dias atuais que, por muitas vezes, é imposta pela mídia.

Em editorial, Alberto Dines lembrou que a imprensa não deve deixar-se levar apenas pela vontade das leitoras, mas sim, estar ciente da sua responsabilidade de informar estabelecendo limites à busca da estética perfeita.
Participaram ao vivo do programa a apresentadora de TV e jornalista Silvia Poppovic e Marcia Neder, editora da Revista Claudia, em São Paulo. No Rio de Janeiro, o cirurgião plástico Ivo Pitanguy e o psicanalista Chaim Samuel Katz.
O cirurgião Ivo Pitanguy abriu o programa lembrando que o sentido de bem estar sempre existiu e que hoje este sentimento está sendo exacerbado e que cabe ao médico julgar quando há excessos. "Mas não adianta apenas recusar o paciente. É preciso conversar com ele e aconselhá-lo." Mais tarde, disse que é direito de todos estar em paz e harmonia consigo mesmo. "Isso é uma conquista e deve permanecer."
Márcia Neder ressaltou a importância de não se fazer generalizações. "Porque a mídia apesar de não ser inocente, não é a única vilã." Disse ainda que os leitores têm o direto às informações, mas que as revistas devem alertar para os limites. "Tem que haver bom senso. O recurso não está errado, mas a forma como se utiliza ele pode estar."
A apresentadora Silvia Poppovic disse sentir-se muito à vontade para falar do tema já que nunca seguiu os padrões exigidos pela sociedade e pela mídia durante a sua carreira. "Acho que o pessoal está enlouquecido. O que se fala não está mais sendo considerado na mídia. Basta, simplesmente, ter um corpo exuberante." No entanto, a apresentadora não acredita que isto seja algo imutável. "A mídia, às vezes, dá umas derrapadas muito grandes, mas depois se recompõe por força da própria sociedade, que exige coisas melhores."
O psicanalista Chaim Katz, assim como a jornalista Marcia Neder, disse acreditar que a sociedade é a primeira a se impor padrões de beleza ao indivíduo. "Essa ditadura vem de vários locais e a mídia não é nem apenas o reflexo e nem apenas a produtora única destes acontecimentos."
No entanto, Chaim Katz discordou de Marcia Neder quando a jornalista disse que através da difusão da informação as mulheres de hoje não cometem exageros como faziam: "Há alguns anos a gente ia para a praia e ficávamos horas no sol sem nenhuma proteção".

Chaim Katz rebateu: "Nos dias de hoje as pessoas evitam o sol e vão se bronzear em institutos de sóis artificiais."
No final do programa, Silvia Poppovic disse que a ditadura da beleza existe hoje porque a sociedade está muito erotizada. "Parece que todo mundo tem que ser sexy o tempo todo." Marcia Neder fez uma ressalva dizendo que acredita que as pessoas também estejam preocupadas com o bem estar e a harmonia interior. "Não vejo esse divórcio tão grande com a preocupação interior. Acho que as pessoas sabem que a beleza é um conjunto de vários fatores."
Thaissa Lemos (estagiária)

quinta-feira, 10 de julho de 2008

MAIS UM POUCO DE HUMOR

MAIS UM POUCO DE HUMOR

VAMOS RIR UM POUCO? RADICCI

TEXTO EM PARTES: COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES

Do Blog: http://leoes.blogs.sapo.pt/
Do Site: www.cinemais.files.wordpress.com/2007/
Do Site: www.portaldapropaganda.com/imagens

LEVE-ME AO SEU LÍDER

Quer entender de administração de empresas ou política?
Os cientistas mostram que, quando o assunto é liderança, os melhores professores são leões, abelhas e elefantes.

Quando o presidente da Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, anunciou que deixaria o comando do grupo (13º maior fabricante de aço do mundo), a empresa contratou diversos consultores internacionais para auxiliar na escolha do novo presidente. A sucessão foi tida como a mais bem planejada na história dos negócios no Brasil. Pode estarrecer, mas zoólogos na África demonstraram que a sucessão da Gerdau foi muito parecida à escolha de líderes nos bandos dos leões africanos. Assim como filhotes de leões, o novo presidente da Gerdau foi preparado durante anos – mas só sagrou-se líder depois de vencer outros 20 concorrentes.
Quando o assunto é liderança, a semelhança entre os humanos e os animais não param. Nos anos 70, o primatologista Frans de Waal demonstrou que os chimpanzés são tão hábeis negociadores políticos quanto nós. Em 2005, um estudo da Universidade de Regensburg, na Alemanha, descobriu que a tática de uma formiga para tomar um formigueiro rival é a mesma utilizada por guerreiros medievais. E pesquisadores dos EUA perceberam que elefantes da África, quando crescem sem líderes hierárquicos, se tornam adolescentes rebeldes.

É ler para crer.

Bem-vindo à selva do poder, bicho.

Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPER INTERESSANTE/junho/2008

COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES



ABELHAS CONTRA SHAKESPEARE

No interior da colméia, a abelha rainha aproxima-se do alvéolo onde se desenvolve a futura soberana. Ela quer escutá-la. A abelhinha em gestação já é uma pupa, ou seja, não se trata mais de uma larva, e está em vias de atingir o pleno amadurecimento. Separadas pela fina membrana da cela real, as duas trocam uma conversa (assim como os humanos, as abelhas usam um conjunto de sons para se comunicar). A rainha quer saber se a sua filha já está pronta para tomar o seu lugar. Depois, a matriarca – junto com seu séqüito de abelhas trabalhadoras – rumará para o exílio e formará uma nova colméia, ou se preparará para a morte. Quando isso acontecer e a futura rainha sair da cela real (a cavidade na colméia onde ocorre a gestação), a sua primeira tarefa será macabra. Destruirá o alvéolo de todas as irmãs ainda não nascidas, que também poderiam ser rainhas. O ato sangrento é essencial para a paz da colméia. Se a nova rainha não o cometer, a colméia pode abrigar uma disputa familiar tão funesta quanto a que envolveu as irmãs Goneril, Regane e Cordélia na tragédia Rei Lear, do dramaturgo inglês William Shakespeare. Na peça, o rei Lear decide deixar o trono em nome das 3 filhas. Sem querer, o soberano desencadeia uma disputa entre as irmãs e outros membros da família real. A briga acaba com Lear e Cordélia presos e executados, Regane envenenada e Goneril morta por suicídio.
Se não acontece nas colméias, a tragédia de Shakespeare está mais perto do mundo dos leões. Entre os reis da floresta, 80% dos filhotes não alcançam a maturidade. Muitos morrem por falta de comida, mas um grande número de filhotes é assassinado por outros leões machos sem vínculo de parentesco com as crias.

Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPER INTERESSANTE/junho/2008

COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES

Do Blog: www.laquaparla.blogger.com.br
Do Blog: http://mundo_animal.blogs.sapo.pt/
Do Site: www.petfriends.com.br/news
CPI DAS BANANAS

O livro de cabeceira do político americano Newt Gingrich é Chimpazee Politics (“A Política dos Chimpanzés”, sem edição brasileira), de Frans de Waal. Ele recomenda o livro aos aspirantes à vida política, junto com os escritos de Jefferson ou a Constituição dos EUA. Gingrich diz que foi copiando os chimpanzés que ele se tornou porta-voz do Congresso americano.
Na luta por poder e prestígio, nem sempre são os chimpanzés mais fortes que se dão bem. O que eles fazem pelo poder? Trocam favores, cuidam uns dos outros, cultivam alianças úteis entre amigos e famílias e, quando brigam, se reconciliam para manter a paz. “Trechos de Maquiavel parecem diretamente aplicáveis à vida dos chimpanzés”, escreveu De Waal em Chimpanzee Politics. O cientista estudou a intriga pelo poder entre Jeroen e Luit, dois chimpanzés do zoológico de Arnehm, na Holanda. O bando de 8 animais era liderado por Jeroen, que se mostrava autoritário. Luit se rebelou contra ele. Começou a contesta-lo e a desrespeita-lo com uma tática cheia de esperteza. Resolveu paparicar e dar presentes aos colegas de jaula, como bananas e amendoins. Em 3 meses, Luit destronou Jeroen.
Em Washington, o congressista Gingrich usa a mesma estratégia. Fez alianças com republicanos e democratas para desbancar o adversário. “Com isso, Gingrich ganhou estatura na política americana”, escreveu o seu biógrafo, o jornalista John M. Barry, no livro The Ambition and the Power (“A Ambição e o Poder”).
Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPER INTERESSANTE/junho/2008

COMO OS ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES

Do Site: www.petfriends.com.br/news
Do Site: www.video-divertido.com/

OS ELEFANTES REBELDES

Os dados são alarmantes. Desde 1992, no Parque Nacional de Pilanesberg, na África do Sul, elefantes adolescentes estupram e matam rinocerontes fêmeas. Em 2003, também, o vilarejo de Kyambura, em Uganda, se tornou palco de um ataque súbito dos paquidermes. Detalhe: todos machos e adolescentes. Segundo a revista New Scientist, dezenas de casas e plantações foram destruídas no local. Aldeões foram mortos, esmagados ou pisoteados pelos animais. Ao todo, no ano de 2005, nos países africanos de Zâmbia, Tanzânia e Serra Leoa, mais de 300 camponeses tiveram de evacuar suas casas, aterrorizados por elefantes jovens. Como membros de gangues, os elefantes destroem rotineiramente cidades e plantações, matando jovens, velhos e crianças. Na Índia está acontecendo a mesma coisa. “Os rugidos eram terríveis”, diz um morador de um vilarejo do estado de Jharkhand, no norte da Índia, atacado por elefantes em 2001.
Quem encontrou explicação para tanta fúria foi uma professora de psicologia animal da Universidade do Oregon, nos EUA, Gay Bradshaw. Num artigo para a revista Nature ela constatou: “Os elefantes estão passando por um estresse crônico, um tipo de trauma que afeta a espécie toda”. A causa da violência, para ela, é a destruição do ecossistema clássico dos elefantes. Filhos de mães solteiras e sem líderes tradicionais, eles crescem sem noção de disciplina, tornando-se rebeldes. “Décadas de matança, de separação de pais e filhos e perda do habitat natural destruíram a intrincada teia de relações sociais e familiares responsável pelo desenvolvimento dos elefantes na natureza”, diz ela. Do lado humano, as palavras são parecidas. “O padrão de identificação da garotada não é mais a família. É a rua”, diz o sociólogo Hélio Faria dos Santos, que estudou adolescentes infratores de Diadema (SP). “E na rua vale a lei do mais forte”, diz.

Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPER INTERESSANTE/junho/2008

COMO OS ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES

Do Site: www.atorredemarfim.apostos.com/
Do Site: www.noticiashospitalares.com.br/cronica.htm Do blog: http://torraodeacucar.blogs.sapo.pt/

AS FORMIGAS DE SUN TZU

A cabeça decepada ainda estava presa às mandíbulas da invasora. Não é manchete de jornal. A cena faz parte das 2500 horas de videoteipes sobre formigas gravadas pela equipe da pesquisadora alemã Susanne Foitzik, da Universidade de Regensburg, da Alemanha. Entre 1999 e 2001, Susanne pesquisou o comportamento peculiar de 20 espécies dos artrópodes na costa leste dos EUA e Canadá, que possuem o hábito de tomar de assalto outras colônias e escravizar as formigas residentes.
A tática parece tirada do clássico de estratégia militar A Arte da Guerra, de Sun Tzu. As formigas da espécie Protomognathus americanus, por exemplo, volta e meia escravizam as formigas Leptothorax longispinosus. Para tanto, utilizam uma tática cara ao mestre chinês: o ataque-surpresa, que é cuidadosamente planejado. Primeiro, um pelotão de reconhecimento avalia o terreno e identifica pontos de ataque. O pelotão captura formigas rivais, que são encaminhadas pelas outras Protomognathus. Sabendo contra quem vão lutar, elas partem para um ataque fulminante e violento. Com suas mandíbulas fortes, as Protomognathus matam o maior número possível das residentes. Com as mandíbulas, desmembram o corpo das Leptothorax. “O objetivo é seqüestrar as pupas (os filhotes) da colônia atacada”, diz Foitzik. Isso aumenta o poderio das formigas Protomognathus americanus. As cativas, levadas para a nova colônia, serão criadas como integrantes do formigueiro. Ali, seu status será como o de um escravo na Roma antiga, passando o resto da vida em servidão, mas com uma exceção. Enquanto em Roma os escravos não podiam exercer funções militares, as formigas cativas engrossam as milícias das conquistadoras: “As Leptothorax, criadas pelas Protomognathus, atacam as formigas de sua espécie quando se tornam adultas”, diz Susanne Foitzik.

CANSAÇO NA SELVA
Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPER INTERESSANTE/jun/2008

COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES



Continuação: LIDERANÇA ENTRE OS LEÕES

Na única entrevista que concedeu à imprensa durante o seu mandato militar, o ex-presidente do Brasil Ernesto Geisel disse a todos que “a Presidência era um fardo terrível”. Pois dois pesquisadores dos leões na Tanzânia, Craig Packer, da Universidade de Minnesota, nos EUA, e Robert Heinsohn, da Universidade de Camberra, na Austrália, concluíram que os animais carregam um fardo semelhante. Eles notaram sinais de agitação, em alguns casos, ou de letargia, em outros, nos líderes de bandos de leões, sobretudo em grupos que sofrem ataques de humanos. “Os líderes são os primeiros a sair em defesa do bando e a se ferir. Trata-se de um quadro de estresse da espécie”, escreveram os dois.
Nas maiores empresas brasileiras, acontece um problema parecido. É o que revela uma pesquisa da psicóloga mineira Betania Tanure com 965 altos executivos do país. “Oitenta e cinco por cento deles se dizem infelizes no trabalho”, afirma Tanure, que fez da pesquisa o livro Sucesso e (In)Felicidade. Talvez seja por isso que, como revelou a consultoria americana Egremont, o tempo de permanência dos presidentes nas empresas está diminuindo. Hoje, nos EUA, fica em 8,3 anos. Uma década atrás, era de 11,5 anos. Na década de 1970, passava dos 20 anos. Se continuar caindo, o mandato corporativo vai ser o mesmo que o de um leão na liderança de seu bando: 3 e 6 anos.

O REI ESTÁ MORTO
Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Revista SUPER INTERESSANTE/JUN/2008

ARTIGO EM PARTES: COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LIDERES

Do Site: www. petfriends.com.br/news

Do Site: www.dsa.org.br/ministeriodacrianca/

Do Site: www.picasaweb.google.com

Continuação de COMO ANIMAIS ELEGEM SEUS LÍDERES

O nome da formiga Leptothorax minutissimus serve como descrição física. O minutissimus quer dizer que ela é muito pequena. O que essa formiguinha tem de nanica, porém, tem de esperta. Para se apoderar de uma colônia de formigas muito maiores, ela emprega uma estratégia arriscada: torna-se agente infiltrada. A pesquisadora Susanne Foitzik e sua equipe gravaram em vídeo a operação. O alvo da invasora era um formigueiro da espécie de grandalhonas Leptothorax curvispinosus.
Sem ser percebida, ela entra no formigueiro e aproxima-se da rainha. Por causa do tamanho diminuto, se aloja facilmente sob o corpo real e, aos poucos, começa a sufocar a presa. Em 3 semanas, a invasora estrangula e mata a rainha, tomando seu lugar e virando líder do formigueiro invadido. “As trabalhadoras não fazem nada para salvar sua rainha”, diz Foitzik. E se acomodam pacificamente à usurpadora.
A mesma estratégia foi usada pelo nobre Afonso Henriques, na península Ibérica. Em 1139, ele possuía um exército mixuruca, mas uma grande ambição. Invadia o castelo dos senhores feudais à noite e os degolava. De manhã, anunciava aos servos que tinham um novo senhor. De pescoço em pescoço, Afonso Henriques subjugou outros nobres e assim... fundou o reino de Portugal, tornando-se Afonso 1º. Conta-se que a conquista dói quasi per latrocinium (“quase por latrocínio”). O quasi, é claro, era um eufemismo.

Como no formigueiro, ninguém deteve o nobre.

Texto de ÁLVARO OPPERMANN

Da Revista SUPERINTERESSANTE - jun/2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

LEI DE TOLERÂNCIA ZERO CAUSA POLÊMICA



POR QUE A LEI DE TOLERÂNCIA ZERO AO ÁLCOOL


TEM DESPERTADO TANTA CONTESTAÇÃO?


Criada para poupar vidas, evitar dor e sofrimento e reduzir os crescentes percentuais de
acidentes fatais no trânsito, envolvendo motoristas bêbados, ainda assim a Lei de Tolerância Zero ao álcool gera discussões e continua despertando indignações, em todo o país.
O primeiro aspecto a ser examinado é também o mais simples: a diferença entre a relação de regras que a Lei trouxe e o que antes existia (?) e um verdadeiro abismo. Em princípio, especialmente em se tratando do RS, localizado na região de temperaturas mais baixas do país e que por isso mesmo há séculos habituou-se a algumas práticas para enfrentar o frio, a Lei agride e inquieta.
É justamente este o seu principal objetivo. Ninguém desconhece que, comparado ao morticínio
do trânsito brasileiro, 0 Vietname, 0 Iraque e outras guerras afins, são apenas elementos de reforço às argumentações - perdemos, no trânsito brasileiro, mais de 50 mil vidas por ano, em números crescentes.
Uma Lei para acabar com esse desfile de desgraças, só poderia mesmo ser uma Lei que tocasse fundo nos hábitos, nos costumes mais arraigados e na acomodação que facilita a morte.
Verificando a experiência em algumas partes do mundo quanto ao tema trânsito e suas conseqüências, vemos que a Lei de Tolerância Zero ao álcool, considerada por muitos como draconiana, e quase pueril, em alguns detalhes. Já há algum tempo, quem no continente europeu
e flagrado guiando acima da taxa/limite de tolerância - 0,5 gramas de álcool por litro de sangue - pode receber multas que ultrapassam R$ 16 mil (varia de país para país), punição somada a perda da Carteira de Habilitação por até três anos e prisão por até oito meses, diretamente proporcional ao teor alcoólico detectado no exame. Na Europa, assim como no Japão, Canadá e Austrália, o álcool marca presença em quase 1/3 dos acidentes de trânsito, o que passou a merecer rigorosas penas de prisão para quem, guiando alcoolizado, tenha sido comprovadamente responsável por um acidente fatal. Não me surpreende saber que o comportamento do resto do Brasil quanto a Lei, difere um pouco da posição gaúcha. Primeiro porque o resto do país é tropical e o combate ao frio não requer os mesmos recursos que os aqui utilizados. Talvez a melhor resposta a todas as dúvidas seja mesmo dar um pequeno tempo ao tempo. Daqui a seis meses, teremos uma estatística comparativa, com a qual será mais fácil ver quem estava com a razão. Gosto da Lei, justamente porque não gosto de ver famílias chorando seus mortos e sonhos cortados em meio por bêbados irresponsáveis.

Você não e um deles? Ótimo!

Comemore a vitória da razão com um gostoso suco, guaraná ou água pura.

Saúde! E vida longa para seus sonhos!

De Raul Moreau




Jornal O Mensageiro de Santo Ângelo-RS

COMBATE AO ESTIGMA EM SAÚDE MENTAL




Na tela: combate ao estigma em saúde mental


29-01-2008--------------------------------------------------------------------------------------
Rede Globo veicula campanha produzida pela Associação Brasileira de Psiquiatria através do programa ABP Comunidade
É provável que, quando ler esta notícia, o associado já tenha assistido ao vídeo da campanha “Eu tenho”, produzido pela Associação Brasileira de Psiquiatria e veiculado pela maior rede de televisão do país. A rede Globo mantém em sua grade de programação o espaço Globo Comunidade, que promove a inserção de pequenas peças educativas sobre temas de interesse público. O vídeo (abaixo), que foi apresentado na última Assembléia de Delegados e na abertura do XXV Congresso Brasileiro de Psiquiatria, em Porto Alegre, enfatiza que os transtornos mentais são freqüentes, tratáveis e devem receber atenção como todas as outras doenças. A campanha foi produzida pelo Programa ABP Comunidade e teve colaboração de médicos, pacientes e profissionais de comunicação. “Neste contexto, serão disponibilizados, em breve, também um manual de direitos do paciente e um manual para a imprensa”, comenta o presidente da ABP, João Alberto Carvalho. Segundo ele, a exposição da campanha será benéfica principalmente para os pacientes. “O projeto foi aceito de imediato pela direção da emissora. Isso mostra como começa a existir uma percepção sobre a importância da saúde mental no Brasil”. O acordo, feito sem custo algum para a ABP, prevê no mínimo 15 inserções diárias em rede nacional. O gerente de projetos sociais da rede Globo, Flávio Oliveira, foi o responsável pela análise do material enviado pela ABP. Ele comentou o conteúdo da campanha. “Ficaremos felizes em poder contribuir com o combate ao estigma. Espero que tenham sucesso na iniciativa”, declarou.


O vídeo: em trinta segundos, profissionais de diversas áreas falam: “eu tenho”. O locutor explica a alta incidência dos transtornos mentais e a importância de procurar atendimento. O vídeo termina de forma esclarecedora: “Não tenha receio de procurar ajuda. Você tem o direito de ser feliz”.


Do Site: www.abpbrasil.org.br/newsletter/

CAMPANHA ABP - EU TENHO

POEMA BIPOLAR



Poema Bipolar
"Um poema transtornado

Afetivamente bipolar

Às vezes maníaco,

Outras deprimido

Mas poema...Seria eu um santo?

Há um halo sobre minha cabeça...

Haloperidol. Ou estaria psicótico?

E cá estou, meio ácido,

perdido na minha agressividade...

Valpróico.

Prosaico...

Perdendo e ganhando a cada dia,

Fluoxetina. A vida flui,

Flui o que se tinha, flui o que se perdeu...

Lítio. Li...

Leio, ainda. Li, em algum lugar,

Que Freud teria dito que no futuro

A química resolveria tudo...

E em outro lugar, não lembro,

Ser tudo placebo, e a crença a cura...

Se "o poeta é um fingidor

Que finge não ser sua

A dor que deveras sente" (seria isso?)

Quisera eu, demente,

fingir não ser tudo verdade...

Mas se confessei os nomes, os crimes,

Ainda não cheguei na dose certa

Onde a mente se equilibra

E a incógnita que somos desperta...

(Estou enlouquecendo à velocidade do pensamento...)"

quinta-feira, 3 de julho de 2008

SENTIMENTOS




SENTIMENTOS

Já confessei segredos a alguma pessoa

Já dei abraços calorosos em algum alguém

Já recebi algum abraço também caloroso

Já amei com todas as minhas forças

Já tive a sensação de ter sido amada

Já fiz sexo, tenha sido ele bom ou ruim

Já fui beijada de modo a sumir entre as estrelas

Mas também já beijei de olhos abertos

Já fui namorada de quem deveria ter sido amiga

Já fui amiga de quem deveria ter sido algo mais

Já marquei encontros

Já fui a esses encontros

Já furei em alguns

Já idealizei um namoro com um simples paquera

Mas também já fugi de um segundo beijo

Nunca coloquei lágrimas pra fora na frente de algum alguém

Mas já sofri muito por algum alguém

Não sou experiente, não tenho histórias mil a contar

Mas tenho sentimentos, vivi esses sentimentos

Já tive sensações mil

Se me perguntam se quero amar digo que sim

Se me perguntam se isso é prioridade digo que não

Se me perguntam se estou certa disso digo que não sei

O amor por mais que pareça em momentos algo prazeroso

Por mais que pareça em outros momentos totalmente doloroso

Está sempre nos rondando, estamos sempre à procura

Queremos alguém para cuidar, queremos alguém que cuide de nós

Quero o amor dos meus amigos, quero o amor dos meus pais

Mas também preciso de um amor verdadeiro

Preciso receber cartas, preciso ler mensagens no celular

Preciso querer dar presente, preciso marcar encontros

Aliás, quem não precisa?

Quero andar na praia com o chinelo na mão

Quero chutar a água

Quero olhar pro céu e pensar

E lembrar, que existe esse alguém

Sozinha ninguém está completa

Trabalho, sucesso, dinheiro não completa ninguém

Nem um amigo, dos melhores, completa ninguém

Precisamos sim de alguém que nos olhe dentro dos olhos e diga "eu te amo"

Precisamos de alguém para pegar nas nossas mãos e tocar nosso coração

Precisamos amar, precisamos ser amados.

(The Angel®)Esta mensagem foi enviada por Lucia Lunardon.