quarta-feira, 17 de março de 2010
LUTAR E VIVER de CELSO A. DEMBINSKI
Lutar e Viver
Neste Mundo tão desigual
sou apenas mais um
entre os tantos demais
tenho deveres e direitos
que não sei qual o primeiro
devo seguir por instinto
dentro daquilo que aprendi
caminhando o mesmo trajeto
que todos tem que passar
seguindo por caminhos incertos
que nos tentam nossa moral
por isto que sigo meu rumo
neste Mundo tão belo
como também, muito cruel
sou forte e não desisto
vou lutar por meus ideais
buscando sempre a minha Paz.
Celso Ant. Dembiski
visualizar o perfil de Celso: http://www.orkut.com.br/Profile?uid=4656044153866300492&mt=2
quinta-feira, 11 de março de 2010
MULHERÃO
MULHERÃO
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa pra fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão. Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa, TPM, menstruação. Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios. Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.
LUMAS, BRUNAS, CARLAS, LUANAS E SHEILAS: Mulheres nota dez no quisito lindas de morrer, mas MULHERÃO É QUEM MATA UM LEÃO POR DIA.
(Martha Medeiros)
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana. Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento. Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista. Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos para a natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz. Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Peça para um homem descrever um mulherão. Ele imediatamente vai falar do tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80m, siliconada, sorriso Colgate. Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas: Vera Fischer, Leticia Spiller, Malu Mader, Adriane Galisteu, Lumas e Brunas. Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma a cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus por dia para ir ao trabalho e mais dois para voltar,e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome. Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para buscar uma pensão de minguados Reais.
(Extraído do Orkut de Eliane Quadros)
quarta-feira, 10 de março de 2010
UMA MÃE VITORIOSA
Gina nos tempos em que estava bem
UMA MÃE VITORIOSA
Peço aos meus amigos que deem uma olhada neste Blog,
pois é um exemplo de vida que merece ser visto.
http://umamaevitoriosa.blogspot.com/
O Blog foi feito por minha querida sobrinha Juliana Rocha.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
NOSSA SENHORA DE SCHOENSTATT E OS SANTUÁRIOS
A palavra alemã ‘Schoenstatt’ significa ‘belo lugar’ e é o nome de um bairro de uma pequena cidade alemã, Vallendar, às margens do Rio Reno.Conta-se que em 1143, o então bispo de Treves, Dom Alberto, doou o terreno a uma comunidade de Irmãs Beneditinas, dando-lhe o nome ‘Schoenstatt’, impressionado pela beleza do lugar. As Irmãs construíram ali o seu convento e um basílica, consagrando-os à Nossa Senhora.Destas construções resta somente uma das torres do antigo convento. A história do lugar registra que ainda por volta de 1224 foi construída uma capelinha junto do cemitério das irmãs, consagrada ao Arcanjo São Miguel (como era costume na Alemanha).
O pequeno templo foi destruído em inúmeras guerras que envolveram a Europa, mas sempre de novo reconstruído. No início de uma outra guerra – a primeira guerra mundial – a capelinha, então abandonada, tornou-se sede de uma congregação mariana de jovens seminaristas palotinos. Desta congregação se originou o Movimento Apostólico de Schoenstatt, hoje presente em todos os continentes. A pequena capelinha tornou-se o centro espiritual deste movimento como santuário da Mãe de Deus, venerada com o título de Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.
O primeiro santuário, centro de toda a obra internacional, é chamado de ‘santuário original’, ao qual são ligados todos os ‘santuário filiais’ construídos no vasto mundo.
Como surgiram os Santuários Filiais
O primeiro Santuário filial foi inaugurado em 18 de outubro de 1943, por Dom Alfredo Viola, Bispo de Salto, em Nova Helvécia, Uruguai.
Os Santuários filiais surgiram por iniciativa das Irmãs de Maria alemãs, missionárias que foram enviadas aos sul-americanos.
"As Irmãs do Uruguai haviam-se dado conta de como era difícil vincular o povo a um Santuário distante e, além disso, em território alemão, num tempo de guerra e de sujeição ao nazismo. Tiveram a iniciativa de construir uma réplica do Santuário Original, que foi inaugurado a 18 de outubro de 1943, em Nova Helvécia. Nestas alturas o Fundador, Pe. Kentenich estava em Dachau, por isso, não fora possível pedir-lhe, antes, expressamente, o seu consentimento. Ao tomar conhecimento do fato, Pe. Kentenich viu um aceno divino e assumiu a idéia de se construir em toda a parte onde Schoenstatt florescia, um Santuário Filial.
No Brasil, essa idéia já vinha sendo acalentada desde 1935, pelo Pe. Máximo Trevisan (Palotino de Santa Maria), que nesse ano, escreveu ao seu irmão, Padre Celestino: "Que bom seria se, em nosso Seminário em Vale Vêneto, também houvesse uma Capelinha como esta em Schoenstatt!"
Entre eles surgiu a idéia de fazer surgir no Brasil, um novo Schoenstatt, de trazer as Irmãs de Maria e construir um Santuário, uma Casa de Retiros e o movimento de Adoração, para fecundar os retiros.
Mas, somente em 1947, quando o Pe. Kentenich visita pela primeira vez o Brasil, em Santa Maria, ele próprio escolhe o lugar para a construção do primeiro Santuário de Schoenstatt em terras brasileiras, junto à Casa Provincial das Irmãs de Maria em Santa Maria. Ele próprio abençoa a pedra fundamental, no dia 7 de setembro de 1947. E está presente também na inauguração solene, realizada durante o Congresso Eucarístico Nacional em Santa Maria, com a presença de muitos Bispos e sacerdotes, no dia 11 de abril de 1948.
Hoje Schoenstatt não é somente ‘um’ lugar de graças, às margens do Rio Reno, na Alemanha. Em torno de cada santuário filial também é Schoenstatt – um ‘belo lugar’ – onde muitos podem experimentar a presença de Deus. Schoenstatt é uma ‘rede de santuários’, e quer ser uma ponte entre terra e céu, até que todo o mundo possa tornar-se ‘um belo lugar’.
matéria enviada por email por IRES ALICE LUNKES
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
NOS MEUS SONHOS
NOS MEUS SONHOS
No mundo imvisível
Que entro quando adormeço
Eu vou e venho com liberdade
Posso caminhar, Nadar, Voar
Me sinto dono de meus sentimentos
Caminho sem destino
Não há chegadas
Nem partidas
Mas tenho a certeza
Que ali você está
Porque habita no intimo
Dos meus sonhos
Que são os mais belos
Sonhados por Alguém
Que te ama além da vida
E mesmo que o destino queira
Jamais irá nos separar
Pois além do amor mútuo que
Existe entre nós
Tem respeito sobrenatural
E sem igual
Como num conto de fadas
Até mesmo dormindo
Consegues sentir a liberdade
Que a mim envolve
E assim se faz
Minha companheira
Amiga, heroína
Com seu poder de Deusa
Me conduz por lugares
Que jamais vi
E só quem ama pode ver
Por isso te peço
Jamais saia de meus sonhos
Porque sempre quero estar nos seus.
Luizir Reichert
Comunidade do Orkut: Las alas del Halcón
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA - VALE A PENA COMEMORAR???
da América, por Cristóvão Colombo
DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA POR CRISTÓVÃO COLOMBO
Comemorar os descobrimentos nem sempre é fácil para as populações latino-americanas. Este gesto carrega muita ambigüidade, pois equivale a comemorar a destruição de parte dos povos e culturas indígenas. Contudo, não devemos esquecer que muitos países da América mantém, ainda, sua ancestralidade cultural e étnica, constituindo a maioria das populações de muitos países latino-americanos.
Todos nós, descendentes de astecas, maias, incas, tupi-guaranis, portugueses e espanhóis, estamos de acordo quanto à violência utilizada pelos descobridores e colonizadores contra os indígenas para integrar este "novo" continente na cultura européia.
Mas, ao mesmo tempo que nos afastamos da idéia de destruição, desejamos ancestralmente falar e relembrar de nossa maternidade indígena. De início, guardamos uma sensação profunda, e aparentemente inexplicável, de que as estruturas familiares indígenas, na América, envolviam maior proximidade e cuidados entre adultos e crianças. Uma percepção que nos levou, e nos leva, a conceber o mundo arcaico, atrasado, com um certo sabor nostálgico, fazendo-se acompanhar, por uma recusa, porventura inconsciente, das sociedades modernas.
Assim é que guardamos, também, um certo gosto em preservar antigos hábitos de vida, incompatíveis com uma sociedade que deveria estar aparentemente ansiosa por romper suas tradições coloniais. As independências não significaram transformações na estrutura das sociedades latino-americanas. Soluções ancestrais, patriarcais, parecem nos vincular, indefinidamente, a um mundo emperrado, às vezes em tradições indígenas, às vezes em tradições cristãs, das quais não queremos nos afastar. Por isso, tendemos a parecer, e não, ser, modernos.
O que significa para o latino-americano, fruto de uma história tão paradoxal, o gesto da comemoração de uma data histórica em que se fundem tantas ambigüidades? O que representa, para nós, rememorar os descobrimentos ao lado dos europeus? Devemos sentar à mesma mesa para comemorar este difícil encontro intercultural ?
A data da comemoração é um símbolo pelo qual um grupo social rememora acontecimentos selecionados e conservados através de uma narrativa histórica. Toda a narrativa construída para comemorar uma vitória estará vinculada à narração de uma derrota. Ambas, vitória ou derrota, são temas que, igualmente, precisam ser refletidos. E, para tanto, o melhor caminho é revolver o baú da memória, ainda que isso importe em uma certa dose de sofrimento.
Localizado no tempo e no espaço, o acontecimento escolhido ganha sentido à medida que é inserido numa grande cadeia explicativa da nossa ancestralidade. Assim, alguns fatos considerados importantes por uma comunidade passam a fazer parte de suas tradições. À medida que a narrativa histórica se consolida, cria-se uma sensação ilusória de que uma força emana do passado, carregando um sentido para o devir histórico. Todos os acontecimentos selecionados parecem conduzir o leitor para uma rua de mão única. Mas, ao mesmo tempo, a repetição de uma história pode nos levar a um processo de desarticulação e rearticulação de alguns marcos do relato, institucionalizado pela historiografia, abrindo novos caminhos para a nossa reflexão. Neste sentido, a repetição possui também um caráter revelador, deixando margem para o surgimento de um olhar crítico. Ou seja, a comemoração permite aos eventos fixados pela memória assumirem significados liberadores.
Quando comemoramos, quando refazemos velhas narrativas, surge a possibilidade de transcendê-las. Nós estamos, ao descortinar dos anos 90, diante de centenas de alterações feitas na narrativa original elaborada na época dos descobrimentos. Nesse sentido, os festejos anunciam sempre a possibilidade de uma revelação pela qual os eventos escolhidos podem ganhar significados novos.
Inicialmente, a temática dos descobrimentos nos remetem a duas ordens de significações. A primeira responde ao imaginário europeu do século XV, para o qual a América, habitada por povos bárbaros, deveria transformar-se em um "Novo Mundo". Nela, os descobridores e colonizadores deveriam implantar todos os padrões básicos da cultura européia, soterrando a barbárie. As cidades construídas, segundo as determinações dos europeus, representariam a implantação dos padrões básicos da cultura européia. Seriam a expressão primeira de um Novo Mundo criado à imagem e semelhança do velho. Assim, a América refeita, segundo os moldes europeus, tornar-se-ia parte substancial na montagem de uma economia mundial, centralizada em Portugal e na Espanha.
A segunda permite comemorar os descobrimentos, retomando alguns fragmentos das culturas pré-colombianas. Estes fragmentos favorecem a produção de utopias centradas em nosso passado indígena. Utopias de sociedades sem classe, de comunidades, onde os latino-americanos poderiam escapar da trágica condição colonial. Comemorar, nesse sentido, significa trazer à memória as tradições indígenas ainda que de formas fragmentárias. Essas vivências (e não sobrevivências), tipicamente latino-americanas, constituíram desafios para o mundo do "sempre-igual" criado pela cultura européia.
Tanto por um caminho como por outro, ao comemorar o quinto centenário, satisfazemos de forma narcísica o nosso ideal de cultura contido nessas duas vertentes. Ou seja, várias histórias, que nos trazem alegria ou tristeza, podem ser relembradas e rememoradas numa mesma data, não precisando sequer constituírem-se como verdadeiras. Os eventos, arrolados em torno da data 1492, indicam apenas a convivência de narrativas, em parte reais e em parte imaginárias (mitos) sobre as populações nativas da América no momento da chegada dos europeus. Estas narrativas, consagradas pela crônica, mantiveram-se, por motivos diversos, na memória de europeus e americanos, através de séculos. A violência contra o indígena e, principalmente, a perda de grande parte das tradições indígenas, faz parte de um espaço difícil de ser trabalhado pela memória. A dificuldade apenas define com mais clareza o espaço que deve ser revolvido, não esquecido.
Devemos festejar porque, ao realizar festejos, ativamos as nossas lembranças para construir conexões que nos permitam pensar criticamente o passado. Repetindo por cinco séculos a história dos descobrimentos, redescobrimos experiências vividas, ancestralmente, como se através destes reencontros sucessivos pudéssemos achar a libertação.
UMA HOMENAGEM AS CRIANÇAS
Homenagem a Você Criança.
Você criança,
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...
Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!
Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!
Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...
MENSAGEM PARA AS CRIANÇAS
Ser criança é assim... Correr até acabar o fôlego, rolar pelo chão sem medo de se sujar, falar o que vier na cabeça e fazer de qualquer coisa uma brincadeira. Época da vida da qual temos saudades quando envelhecemos. E é exatamente nesta data dedicada a todos esses pequenos seres, que têm a inocência como principal característica, que devemos não só valorizar a vitalidade infantil, como também procurar resgatar a essência da criança.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
EXPERIMENTE OUTRA VEZ

me avise que dou os créditos. Agradecida)
LENÇO COLORIDO

terça-feira, 15 de setembro de 2009
TEXTO DE SIMONE SALES



Perdoe a ausência.
Estavam todos pintando algum quadro
que toda solidão se faz doer
e todo pranto rasga o peito
e toda música faz sonhar
talvez robotizado...nada mais...
e no silencio de tal solidão,
sopre as nuvens e deixe-se ver..
O céu, o amanhecer, a vida acontecer
porque ele pensa que você o abandonou,
ele é que sofre sozinho tamanha dor
para o qual ele pensa que te perdeu
de um lado sua dor de vazio
você se esqueceu né! Não tem problema , eu lembro desse gostar por nós duas).....
SOLIDÃO
SÓ QUEM SENTE SABE O QUE É
SENTIR, O MUNDO FUGIR AOS TEUS PÉS.
DE REPENTE VC SE VÊ SOZINHA... SOZINHA.... SOZINHA!!!
PROCURA AMIGOS...????? ONDE ESTÃO.....?????? ONDE FORAM ....??????
ELES REALMENTE EXISTIRAM...... OU FOI SONHO MEU ????
E AS PESSOAS DA FAMÍLIA, ONDE ESTÃO...?????
SERÁ QUE SONHEI, QUE NUNCA EXISTIRAM REALMENTE???
OLHO EM VOLTA PARECE TUDO MUITO ESTRANHO....
VAZIO........
UM GRANDE E LENTO VAZIO.....
NO PEITO, NO SANGUE, NA DOR, NA VIDA....
AS PESSOAS TODAS SE AFASTARAM!!!
E NÃO CONSIGO AMIGOS NOVOS,
TODOS FOGEM, SE AFASTAM, SOMEM...
A CASA HOJE É UM ENORME NINHO VAZIO!
PRA QUE??? PRA QUEM ????
NUNCA TINHA IMAGINADO A CRUELDADE DESTES
MOMENTOS QUE VIVO.
JÁ PASSEI TANTA COISA INCERTA, VAZIA...
MAS PARECIA QUE A LUZ DO TEMPO DEIXAVA MAIS FÁCIL.
E A TRISTEZA, ONDE IR???? O QUE FAZER????
MENDIGAR UM POUCO DE CARINHO?
MENDIGAR UMA COMPANHIA?
ISTO É VIVER???... ME DIGA ISTO É VIVER???
Elaine – 14/09/2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
CASO KILIAN- 1ª NOTICIA - DIA 1º DE SETEMBRO DE 2009
EUNISIA (A MÃE DE EDERSON), EU, E MEU PAI INÁCIOHENDGES (IN MEMORIAM), ALEGRES EM 1998.


A FORÇA DE UMA MÃE

NESTES MOMENTOS AS PALAVRAS PERDEM SUA FORÇA. NÃO SÃO SUFICIENTES PARA
DESCREVER UMA DOR, UM SOFRIMENTO. APENAS NOS RESTA, O APOIO INCONDICIONAL NO QUE FOR POSSÍVEL E ESTIVER AO NOSSO ALCANCE. EUNISIA, ENTREGUE A DEUS PAI E ELE, SOMENTE ELE SABERÁ GUIAR TEUS PASSOS. MEUS SENTIMENTOS SINCEROS.
(O recorte é do "JORNAL DAS MISSÕES", STO ÂNGELO. DIA 05 DE SETEMBRO DE 2009.
sábado, 4 de abril de 2009
10 FORMAS DE EVITAR O ESTRESSE NO RELACIONAMENTO



10 formas de evitar o estresse no relacionamento
Pequenas mudanças podem resultar na felicidade tão desejada
Recentemente, ao acessar o site Minha Vida, me deparei com a seguinte enquete: "O que mais te estressa?" Por curiosidade, cliquei para ver a porcentagem dos resultados, e para a minha surpresa o ranking era o seguinte: Filhos 10%, Trânsito 18%, Trabalho-19%, Falta de tempo 23% e Relacionamento 30%. Esses dados me levaram a uma reflexão que eu compartilho com vocês: "Por qual motivo as pessoas têm se estressado mais com os seus companheiros do que com o trânsito que anda insustentável ou com a falta de tempo que por vezes nos faz abdicar de alguns prazeres pessoais?"Aliando os meus conhecimentos às minhas idéias e experiências profissionais e pessoais, cheguei à conclusão que os principais motivos para tal estatística são a rotina, a frustração pela falta de tempo para a família, a irritabilidade por desejar que o outro seja como você, as brigas, os ataques de ciúme, a ex, o colega de trabalho, as crianças pequenas, as contas da casa, a situação financeira do casal, a falta de sexo, falta de diálogo e as manias irritantes, entre outros hábitos.Portanto, sugiro essas ações como forma de ajudar a reduzir o estresse, e deixar de fazer parte dessa triste estatística, pois é no relacionamento que devemos nos sentir mais felizes, amados, completos e realizados.
1- Diminua o ritmo e procure ir se acalmando e relaxando no caminho do trabalho para casa, ouvindo uma música ou lendo um livro, para que você não chegue em casa na fúria e despeje toda a sua raiva e frustração no primeiro que aparecer na sua frente. Não se esqueça que os familiares e os parceiros não são culpados pelos seus problemas no trabalho.
2- Durante as refeições e principalmente os jantares comemorativos, procure falar a respeito de vocês, dos sonhos e dos planos para o futuro, aproveitando esse tempo para conversas agradáveis e não cobranças, acusações e brigas.
3- Procure atividades que agradem aos dois e que possam ser feitas em conjunto para sair da rotina, como por exemplo, caminhar no parque, correr de Kart ou passear na praia. Mas lembre-se que tudo deve ser feito na base da diversão e não da disputa, pois vocês não são rivais e não existe "o melhor" ou "o campeão" no casal.
4- Converse com o seu parceiro (ou parceira) sobre os seus problemas, ao invés de despejá-los sobre o outro. Se algo está acontecendo na sua vida, converse e exponha os seus sentimentos, ao invés de gritar "Não é da sua conta" ou "Não adianta, você não entende." Lembre-se que o fardo quando compartilhado é mais fácil de ser carregado.
5- Evite "dar motivo" para brigas fazendo coisas que você sabe que a outra pessoa não gosta. Por exemplo, demorar muito para se arrumar e se atrasar ou deixar o banheiro bagunçado e o quarto desarrumado.
6- Respeite a individualidade do outro e permita a ele momentos de solidão e reflexão. Se a sua namorada estiver de TPM ela vai querer ficar sozinha, recolhida em seu canto, mas não é por que ela não te ama, e sim porque quer te poupar do mau humor e da irritabilidade típicos desse período.
7- Evite criticar a família da outra pessoa, pois não é só você, mas todo mundo exige respeito com a mãe, o pai e os irmãos, por mais diferentes e desagradáveis que eles sejam. Também não impeça que as crianças convivam com os avôs e tios.
8- Compartilhe a educação do filho conversando antes de tomar qualquer decisão, para que um não acabe tirando a autoridade do outro, ou passando por cima da confiança do companheiro e das regras da casa. As mães, por exemplo, têm o péssimo hábito de permitir que as crianças saiam sem a autorização do pai, daí, quando o marido chega em casa e não encontra os filhos a briga é inevitável.
9- Amplie a sua forma de ver o mundo, não enxergue tudo com os seus olhos e nem exija que os outros vivam ou ajam de acordo com o que você acha certo. O seu marido não é obrigado a gostar de comida vegetariana, e nem a sua mulher de assistir futebol no bar com os amigos.
10- Não fique junto apenas por conveniência, pois um relacionamento é feito de amor, carinho, respeito e companheirismo. Se nada disso existe, é porque não há mais um relacionamento e sim uma convivência, que talvez até esteja extremamente desgastada e desprazeirosa para ambos.
Milena Lhano é terapeuta floral, grafóloga e iridóloga Para mais informações, entre em contato: (11) 2028-0500 / lhano@uol.com.br / http://lhano.blog.uol.com.br
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
SALVE IEMANJÁ - DIA 02 DE FEVERIERO



domingo, 1 de fevereiro de 2009
UM MOMENTO DE AMOR NA GUERRA

Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração... A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada por iraquianos. Os executantes pretendiam também executá-la, e ainda a atingiram na cabeça, mas não conseguiram matá-la. A menina foi tratada no Hospital de John, está recuperando, mas ainda chora e geme muito.
As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina vem recuperando gradualmente. Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro. Vamos a isso. Raramente se vêem notícias destas na TV ou na Mídia em geral. Se tocou você, envie a todos. Precisamos mostrar que ainda existe uma outra realidade: esta realidade! Em que pessoas como John, marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.
"Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela… "














RECORTES DO "JORNAL DAS MISSÕES", DE 03 DE SETEMBRO 2009.





